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4 de mai de 2009

Amor Omnia Vincit

Um post meio (totalmente!!!) emo. Por motivo de força maior, devido a acontecimentos recentíssimos que mostraram-me, mais uma vez, a veracidade desta frase... Lembrei-me do motivo pelo qual gravei-a em minha pele hoje ao ver, mais uma vez, que pessoas que se gostam de verdade sempre se entendem.

Fato: o amor vence tudo. Fato: não se trata daquele amor idealizado de filmes hollywoodianos, romântico. Sim aquele amor que está o tempo todo próximo, mesmo à distância. Aquele amor que nunca morre, mesmo que às vezes fique sem receber água.

Amizade. O mais puro amor quando é verdadeiro. O essencial. Aquele que dá sentido à vida em sociedade.

Fruto do livre-arbítrio? Talvez... ou, quem sabe, fruto do acaso. Não importa. Não nos prendemos a este amor, quando verdadeiro, por posse, por comodismo, por obrigação. Prendemo-nos pura, e simplesmente, por amor. Amor àquela pessoa imperfeita e, em algumas oportunidades, irritante... Mas tão perfeita para nós em sua imperfeição, que torna-se parte de quem somos. Passamos a não existir por completo sem a existência, em separado, daquela pessoa.

O referencial. A parte de nós, sem, no entanto, sê-lo. Ama-se um filho por ser parte de nós, por ser nosso filho. Ama-se uma mãe porque, afinal de contas, ela é sua mãe e te ama incondicionalmente. Um amigo verdadeiro a gente ama porque aquela pessoa, apesar de sermos o que somos e apesar de ela não ter nenhum laço pré-determinado conosco, existe. Sem esperar que nos ame na mesma intensidade, mas desejando, apenas, que ela esteja feliz, e que nos ame, em toda e qualquer intensidade.




"Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!" Fernando Pessoa