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24 de mai de 2009

Do amor, da amizade e da guerra

Guerras são iniciadas sem nenhum motivo, quando todos os problemas poderiam ser resolvidos com boa vontade, diplomacia e uma pitada de sinceridade... e quando se percebe, perdeu-se o controle.

Pessoas morrem por causa disso. Pessoas perdem seus bens. Pessoas perdem seus entes queridos.

Inimizades são criadas. Amizades são perdidas. Amores são destruídos.

Cidades bombardeadas assemelham-se a corações partidos, destruídos sem motivo e sem razão. Tudo poderia ser resolvido de forma a não causar grande prejuízo a nenhuma das partes, mas estas insistem em agir como atores na arena política internacional: medem forças, competem, querem ter a maior fatia de poder.

Demonstrar fragilidade e pedir perdão pelos erros e pelo mal causado é coisa para fracos. Os fortes têm orgulho e nunca erram, ou teimam em não reconhecer seus erros. Quem é o fraco, na realidade? E quem é o forte?

Depois de ter sua cidade destruída e bombardeada por todos os lados, inclusive pelo seu próprio Estado, um cidadão começa a não ter mais preocupação com certas coisas...

O que dizem e o que pensam não tem mais a menor importância. Quem está ou não ocupando uma cadeira na mesa do bar não importa. Ah, aquela é a Angelina Jolie??? Grande merda! Brad Pitt??? Foda-se! Acabou a grana??? E daí?!?! E por aí vai...

Eu nunca entendi algo que meus avós, que sobreviveram ao bombardeio de Dresdren, na 2ª Guerra, diziam: “Depois que a gente vê a morte na nossa frente, nada além da vida tem importância”.

Pois é... NADA ALÉM DA VIDA TEM IMPORTÂNCIA. Assino embaixo. E reconheço firma em cartório.

21 meses hoje.