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6 de mai de 2014

as vacinas e os imbecis

Vacinas são geralmente produzidas a partir de bactérias ou vírus (ou partes deles) mortos ou enfraquecidos, ou ainda de toxinas. Ao inserir no organismo esse tipo de substâncias, o corpo combate o agente estimulando a síntese de anticorpos, além de desenvolver a chamada memória imunológica, tornando mais fácil o reconhecimento do agente patogênico em futuras infecções e aumentando a eficiência do sistema imune em combatê-lo.

Atualmente, existem vacinas para diversas doenças (gripe, malária, poliomielite, febre amarela, rubéola, hepatite, hpv, tétano, etc) e até mesmo contra determinados tipos de alergias. As campanhas de vacinação conseguiram controlar e erradicar doenças... mas... epidemias de doenças que achávamos coisa do passado tem aparecido por aí.

Devemos muito desse reaparecimento a movimentos antivacina. É saudável questionar a ciência e a medicina em vez de acreditar cegamente em qualquer coisa, mas deixar de vacinar contra algumas doenças é muita vontade de retroceder. Sinceramente, esses movimentos antivacina são a prova de que a humanidade ainda será extinta pela burrice!

Já é demonstração de estupidez acreditar no criacionismo e condenar o evolucionismo – afinal, faz muito sentido acreditar na Bíblia e desacreditar na biologia. Deixar de vacinar por crenças infundadas e ideologias toscas sem comprovação beira à irresponsabilidade e, para piorar, não coloca em risco somente a pessoa não vacinada... em tempos de globalização, doenças se espalham com a velocidade de um clique. Não vacinar ali pode significar uma epidemia acolá.

Parabéns para os idiotas. Parabéns mesmo. Não bastassem os governos ao redor do mundo não investirem corretamente na prevenção de doenças, ainda ganham o reforço da crença de imbecis.


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